Roteiro e síntese das entrevistas sobre o espaço da intervenção
Para entender a relação das pessoas que frequentam a Escola com o espaço proposto para a intervenção foram realizadas algumas entrevistas que seguiram o roteiro abaixo. Após o roteiro está a síntese dos resultados destas entrevistas.
ROTEIRO DA ENTREVISTA
Apresentação: Somos alunos do 1º período de Arquitetura e Urbanismo e estamos pesquisando a respeito do corredor do 3º andar e seu uso no cotidiano da Escola (perguntar se pode gravar)
Objetivo: Queremos entender como/quando você usa este espaço, qual a sua relação com o espaço e quais sentimentos e sensações ele desperta em você.
Roteiro de perguntas:
• Perguntas pessoais: Nome, idade, função na escola…
• O que costuma fazer na escola?
• O que faz na EAD quando não está estudando/trabalhando?
• Qual a importância/significado/uso/relação do espaço do corredor do 301 para você?
• Você reconhece esse espaço? Sabe sua localidade e como chegar? O que te influencia/impede de usá-lo?
• Com qual frequência você passa por aqui?
• Porquê você passa por lá?
• Ao passar por ele, o que você faz?
• Qual relação você tem com esse espaço?
• Normalmente, você frequenta esse espaço sozinho? Com qual frequência?
• Qual trajeto você percorre ao passar por esse espaço?
• Ao frequentar esse espaço, o que você percebe?
• O que você sente ao passar por ali?
SINTESE DOS RESULTADOS
Foram entrevistadas quatro pessoas: duas estudantes do período noturno (Larissa e Gabriela), um do diurno (Maurélio) e um porteiro (Welbert).
Duas pessoas disseram que não frequentam o corredor e nem mesmo conhecem o espaço. Outras duas disseram que frequentam, mas somente quando há necessidade: um aluno passa pelo corredor porque é caminho para a sala de aula e o porteiro circula pelo espaço para fazer rondas ou quando precisa levar alguma informação e utiliza o corredor como passagem.
Pelo resultado das entrevistas é um local que, em si, não possui muitos atrativos e nem desperta o interesse das pessoas.
Quanto às sensações que o espaço desperta, os entrevistados tiveram opiniões muito parecidas: é um lugar vazio, isolado e desinteressante. É escuro, frio e muito fechado, parecendo um túnel. Como não possui estímulos e nem lugar para sentar, é um local em que não dá vontade de permanecer. Dá vontade de acender a luz e abrir as janelas, que geralmente ficam fechadas. O porteiro, que às vezes frequenta o corredor quando a Escola está vazia, falou sobre uma sensação de curiosidade e insegurança, de receio de achar que tem “algo” ali.
Grupo: Abner, Caio, Isabel, Maria Vitória, Pedro, Rhana
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